Além do novo nome, espaço também traz novas propostas
Localizado no município de Candeias, o antigo Museu Wanderli Pinho, agora chamado de Museu do Recôncavo, esteve fechado por mais de 20 anos e foi submetido a uma intervenção, a fim de restaurar a estrutura física e o acervo.
Segundo o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), o museu deve ser entregue em agosto com uma nova proposta descolonização, uma vez que o local foi o primeiro Engenho de Açúcar do Brasil.
Obras como a do artista polonês Frans Krajcberg e da africana Cláudio Massela estarão em exposição, além de outras mostras temporárias com temáticas diversas.
A execução do projeto, orçado em R$ 27 milhões, conta com recursos do Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur) da Baía de Todos-os-Santos. A iniciativa também consta com o envolvimento de outra secretaria, a de Infraestrutura (Seinfra), que ficou encarregada de construir o acesso até a localidade, através da via Matoim.
Erguido no século XVII, o conjunto arquitetônico onde está sendo implantado o espaço museal engloba três edificações: um casarão, uma capela e um engenho de açúcar. A área é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1944.




