
Foto: Wuiga Rubini/GOVBA
Governador Jerônimo Rodrigues e prefeito Bruno Reis participam da posse e reforçam parcerias para eleições de 2026
O desembargador Maurício Kertzman Szporer tomou posse como presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) em 9 de abril, em Salvador. Ele conduzirá as eleições gerais de 2026 no estado.
A cerimônia no auditório do TRE-BA, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), reuniu autoridades do Judiciário, Ministério Público e representantes institucionais. O governador Jerônimo Rodrigues, acompanhado do vice-governador Geraldo Júnior, ofereceu cooperação do Governo do Estado. “Me coloco à disposição, enquanto Governo do Estado, para fortalecer ainda mais essa parceria”, afirmou.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis, destacou a confiança no Judiciário para eleições livres e justas. “Nós confiamos no Poder Judiciário e esperamos que as eleições sejam livres e justas, para que o povo, de forma soberana, possa escolher seus futuros governantes. A eleição é a festa da democracia. É o momento em que o povo exerce a sua soberania, pois todo o poder emana do povo. Tenho certeza de que o Tribunal Regional Eleitoral permitirá que esse poder popular seja plenamente exercido, com decisões céleres e imparciais”, declarou. Reis avaliou que Kertzman atuará com imparcialidade e agilidade. “O Tribunal Regional Eleitoral deve atuar com imparcialidade, serenidade e agilidade nas decisões, julgando de acordo com o direito e permitindo que possamos ter eleições livres e justas, nas quais a vontade do povo prevaleça”.
Kertzman enfatizou ações imediatas e diálogo. “Tenho a urgência de agir no presente, pois o momento de fazer a diferença é agora. E a minha gestão vai atuar na construção de pontes, de diálogos, de respeito aos compromissos, sempre investindo em ações para o fortalecimento da Justiça Eleitoral”, disse. Ele reafirmou compromisso constitucional: “Cumprirei os deveres do cargo, fazendo cumprir a Constituição e as leis da República, sempre prezando pelo prestígio e pela respeitabilidade da Justiça Eleitoral. A transparência e a efetividade do processo eleitoral são fundamentais e devem estar abertas ao acompanhamento de toda a sociedade”.




