Queda acumulada nos dois primeiros meses de 2026 é a terceira pior do país (-7,5%), puxada por refino de petróleo e máquinas elétricas

Foto: Rodrigo Felix Lea/ Arquivo-AEN
A produção industrial da Bahia avançou 3,2% em fevereiro de 2026 ante janeiro, pelo segundo mês consecutivo, com o terceiro melhor resultado entre 15 locais pesquisados pelo IBGE e acima da média nacional (0,9%). O índice ajustado sazonalmente exclui influências de calendário.
No entanto, frente a fevereiro de 2025, a indústria baiana retraiu 4,1%, terceira queda seguida, abaixo do nacional (-0,7%) e sétima pior entre 18 locais. Rio Grande do Norte (-24,5%), Ceará (-9,8%) e Paraná (-7,7%) tiveram os piores desempenhos; Espírito Santo (31,3%), Pernambuco (25,0%) e Mato Grosso do Sul (8,3%), os melhores.
A retração anual decorreu exclusivamente da indústria de transformação (-5,1%), com a extrativa crescendo 16,1%. Das 10 atividades de transformação, cinco caíram: refino de petróleo e biocombustíveis (-9,5%, maior influência negativa, quarta queda seguida), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-44,9%, quarta retração consecutiva, segunda maior influência). Avanços vieram de produtos alimentícios (10,9%, sexto ganho seguido) e celulose, papel e produtos de papel (5,5%, primeira alta após dois meses).




