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Vereador Carlos Muniz defende revisão em lei e gratuidade de alternativas às sacolas plásticas

De acordo com a nova lei, está proibido o uso de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais de Salvador, conforme especificações definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

Foto: Divulgação.

A Lei Municipal 9699/2023, que proíbe o uso de sacolas não recicláveis em comércios de Salvador, passará por revisão, segundo o vereador Carlos Muniz (PSDB), autor da lei. A mudança será para tornar obrigatória a disponibilização gratuita de alternativas recicláveis de embalagem para os clientes, uma vez que já há casos de cobranças para tais opções.

Segundo Muniz (PSDB), a cobrança das sacolas é uma alternativa “gananciosa”, pois até sábado a distribuição era gratuita. Segundo ele, não é um bom caminho o empresário preferir a cobrança. “A opção dada no texto deve ser interpretada pelo empresariado sempre em favor do consumidor e não repassando os custos”, pontuou o autor do projeto.

De acordo com o artigo 4⁰ da Lei 9699/2023, “os estabelecimentos comerciais podem optar por fornecer gratuitamente aos clientes alternativas para o plástico, como sacolas de papel, podendo cobrar pelas embalagens permitidas por esta lei, até o valor máximo de seu custo”. Portanto, a cobrança é opcional.

De acordo com a nova lei, está proibido o uso de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais de Salvador, conforme especificações definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Segundo a medida, essas embalagens devem ser substituídas por outras de material ecológico e biodegradável.

A Lei Municipal nº 9.699/2023 visa a redução de danos ao meio ambiente da capital baiana. Uma sacola biodegradável se decompõe em 18 semanas, enquanto que uma plástica comum pode chegar a até 300 anos.

No artigo 1º, diz que “fica proibido a todos os estabelecimentos comerciais do Município de Salvador, para o acondicionamento e transporte dos produtos vendidos, utilizar e distribuir gratuitamente sacos e sacolas plásticas não recicláveis”.

Na sessão desta terça-feira, na Câmara Municipal, Carlos Muniz informou que a lei sofrerá uma alteração e será enviada em junho para que a prefeitura sancione.

Veja o pronunciamento do presidente Carlos Muniz na sessão desta terça:
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