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Sexta-Feira Santa: Feiras e mercados municipais são opções para comprar ingredientes da moqueca por preços atrativos

Culinária baiana é marcada pela presença itens como peixe, quiabo, castanha, camarão e dendê

Foto: Bruno Concha / Secom PMS

A Sexta-Feira Santa desse ano acontece no mesmo dia do aniversário de Salvador, 29 de março. Apesar de a celebração que antecede o Domingo de Páscoa acontecer somente no fim do mês, o começo do mês já está agitado com a alta no preço de ingredientes indispensáveis à culinária baiana típica da data.

Itens como peixe, quiabo, castanha, camarão e dendê são alguns dos mais consumidos na Sexta-Feira Santa baiana e, para quem busca opções “mais em conta” na hora de garantir a moqueca, os mercados municipais são opções, oferecendo economia, qualidade e comodidade.

Conforme a Secretaria de Comunicação de Salvador (Secom), a capital baiana conta com 14 mercados e diversas feiras sob a tutela da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) atualmente.

Localizado na Ladeira da Água Brusca, o mercado de Água de Meninos oferece opções variadas de pertences para a confecção da ceia, com foco em frutos do mar e ingredientes para o caruru, o vatapá, a moqueca e outras iguarias.

Para o aposentado Emanuel Santos, de 64 anos, as compras para a Semana Santa têm início no fim do Carnaval. “Começa a quaresma e já é grande a expectativa. Geralmente venho aqui buscar peixes em postas, como a pescada amarela, polvo, camarão e outros produtos”, explica.

A quaresma é o período de penitência ao qual os católicos se submetem em preparação para a Páscoa. Os religiosos iniciam o processo logo após a Quarta-feira de Cinzas.

Estrela de muitos pratos tradicionais, o quilo do camarão está custando, em média, R$50, variando de acordo com o tamanho do exemplar.

Durante a semana que antecede a Sexta-Feira Santa, o mercado funciona até às 3h, no tradicional Viradão de Páscoa. Normalmente, o funcionamento acontece de terça a sábado, das 6h às 17h, e nos domingos e feriados, das 6h às 12h.

No ano passado, de quinta para sexta-feira o mercado funcionou 24 horas e com grande movimento de passagem.

Comerciante do local, dona Maria Joselita tem uma banca que vende itens da ceia baiana, como azeite de dendê, leite de coco, camarão seco, quiabo e castanha. “As pessoas preferem comprar tudo logo no começo do mês, para depois congelar até o dia de cozinhar. Para esse ano, a expectativa de vendas é muito boa”, lembra.

Na banca de dona Joselita, o litro do dendê varia entre R$12 e R$15. O leite de coco, por sua vez, sai a partir de R$8. O camarão segue a média geral, por volta de R$50 o quilo, enquanto a castanha de caju tem preço médio de R$60.

“Tivemos uma grande procura no período do Carnaval, quando tivemos um bom movimento, por isso acredito que a Semana Santa será excelente”, lembra a comerciante.

Variedades

O Núcleo de Abastecimento, Comércio e Serviços (Nacs) de Itapuã, localizado na Avenida Dorival Caymmi, é outra boa opção para quem procura preços baixos e alternativas viáveis para a ceia. O Nacs funciona de terça a sábado, das 6h às 18h, e domingos e feriados, das 6h às 14h.

Veterano no comércio desses produtos, o feirante Joaquim Pereira, de 40 anos, conta com a antecipação das compras para ter uma quaresma feliz. “Sabemos que as pessoas têm essa coisa de antecipar as compras para não pegar o aumento de preços que acontece na Semana Santa”, diz.

Tradicional ponto de venda de produtos alimentícios, o Nacs Itapuã comercializa o feijão fradinho por R$10, cada quilo. Já o azeite de dendê custa, em média, R$15 o litro. O leite de coco sai, em média, por R$14, a castanha quebrada custa R$55, e o camarão, R$55.

Com informações da Secom PMS.

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