
Apesar da popularidade, o nome “Enzo”, viralizado nos últimos anos por ser adotado como sinônimo de “menino” e “criança” das novas gerações nos memes de internet, não figurou no ranking dos nomes mais registrados entre e os nascidos no país. Pelo segundo ano consecutivo, Helena foi o nome mais registrado no Brasil em 2025, consolidando preferência nacional entre os nomes mais escolhidos para recém-nascidos. Os dados fazem parte do levantamento anual divulgado pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), com base nas informações do Portal da Transparência do Registro Civil.
Em 2025, foram registrados 28.271 bebês com o nome Helena, mantendo o nome feminino na liderança do ranking geral pelo segundo ano seguido. Antes de 2024, a última vez que um nome feminino ficou no topo havia sido em 2016, com Maria Eduarda.
No ranking geral dos nomes mais registrados, o nome Ravi aparece em segundo lugar, com 21.982 registros, seguido por Miguel, que teve 21.654 registros no ano, segundo os dados oficiais.
Ranking dos 10 nomes mais registrados no Brasil em 2025
- Helena – 28.271
- Ravi – 21.982
- Miguel – 21.654
- Maitê – 20.677
- Cecília – 20.378
- Heitor – 17.751
- Arthur – 17.514
- Maria Cecília – 16.889
- Theo – 16.766
- Aurora – 16.506
A lista reflete tendências atuais de nomes curtos, de fácil pronúncia e com forte sonoridade, segundo especialistas em registros civis. Nomes bíblicos e com presença nas mídias sociais também figuram entre os mais escolhidos pelas famílias brasileiras ao batizarem seus filhos.
Nomes femininos mais registrados
- Helena – 28.271
- Maitê – 20.677
- Cecília – 20.378
- Maria Cecília – 16.889
- Aurora – 16.506
- Alice – 14.777
- Laura – 14.487
- Antonella – 10.436
- Isis – 10.378
- Heloisa – 9.703
Nomes masculinos mais registrados
- Ravi – 21.982
- Miguel – 21.654
- Heitor – 17.751
- Arthur – 17.514
- Theo – 16.766
- Gael – 16.201
- Bernardo – 15.395
- Davi – 14.425
- Noah – 14.182
- Samuel – 14.021
A pesquisa anual de nomes mais registrados dá sinais de mudança nos padrões de escolha dos brasileiros ao longo dos últimos anos, com destaque para a retomada de nomes femininos no topo do ranking e a diversidade de influências culturais que moldam a preferência das famílias no país.


