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Quatro dicas para evitar crises alérgicas na volta às aulas

Especialista dá dicas para responsáveis e escola driblarem riscos alérgicos durante o retorno escolar

Com o retorno às atividades escolares, muitos estudantes enfrentam não apenas o desafio de se readaptar à rotina escolar após um período de descanso, mas também precisam lidar com alergias que podem afetar seu desempenho e bem-estar e que são comuns nessa época.

Para ajudar pais e escolas a evitar essas questões em seus filhos e alunos, nesse Dia Mundial da Alergia (08/07), o alergologista do Instituto Bahiano de Imunoterapia (IBIS), Carlison Oliveira, destacou a importância de entender as alergias comuns e adotar medidas preventivas adequadas.

“As alergias são uma resposta do sistema imunológico a substâncias comuns no ambiente, como ácaros, poeira, pelos de animais e mofo. Quando os estudantes retornam às salas de aula, são expostos a diversos fatores desencadeantes, o que pode levar a sintomas incômodos, como espirros, coceira, olhos lacrimejantes, congestão nasal e até mesmo dificuldade respiratória”, explica.

Ainda de acordo com o especialista, é fundamental identificar as principais causa de alergia para cada aluno, a fim de tomar medidas preventivas eficazes.

Para criar um ambiente escolar mais seguro para os estudantes alérgicos, as escolas também devem se preparar para lidar com essas questões tomando medidas simples, como a manutenção regular da limpeza de equipamentos de ventilação – ar-condicionado e ventilador – e das salas de aula.

A redução da exposição a tapetes e cortinas que possam acumular poeira e a promoção de uma boa ventilação, também podem fazer uma grande diferença.

Algumas medidas que podem ser adotadas incluem: consultar um alergologista ou imunologista. Essencial para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado; identificar os agentes específicos que afetam o aluno, como ácaros, mofo e pelos de animais, além de alimentos e sempre informar a comunidade escolar.

Os professores e a equipe escolar precisam estar cientes sobre as alergias do aluno. Fornecer informações relevantes e instruções específicas, são indispensáveis para garantir sua segurança; seguir corretamente as prescrições médicas.

O uso de antialérgicos ou dispositivos de administração de medicamentos de emergência, como auto injetores de epinefrina, quando necessário, salva vidas.

“Ao adotar essas medidas, pais e alunos podem se preparar melhor para enfrentar os desafios das alergias durante o retorno às aulas. A conscientização, a comunicação aberta e a colaboração entre pais, escola e profissionais de saúde desempenham um papel crucial na promoção de um ambiente seguro e saudável para todos os estudantes”, conclui.

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