Iniciativa “Pés no Quilombo” com apoio da Acelen Renováveis capacita comunidades no Recôncavo baiano, valoriza cultura local e gera renda

A memória, os saberes e as paisagens quilombolas da Bacia e Vale do Iguape, no Recôncavo Baiano, ganham novos caminhos de valorização cultural e geração de renda. O projeto “Pés no Quilombo: cirandando nas trilhas do Iguape”, foi lançado na última sexta-feira (24/04) com apoio da Acelen Renováveis e execução do Instituto Mãe Lalu, promove formação de jovens, mulheres e lideranças comunitárias para atuação em experiências de turismo de base comunitária e turismo pedagógico.
A inciativa vai conectar visitantes à história, ancestralidade, culinária, trilhas, águas e modos de vida tradicionais do território quilombola. O objetivo é transformar os integrantes da comunidade, especialmente meninas e mulheres, em guias e gestores do turismo local, promovendo aprendizado significativo aos visitantes. A partir disso, busca-se a valorização cultural da região, a conservação ambiental do local e a geração de renda para a população.
O projeto conta com capacitação para guias, coordenadores e a organização de quatro circuitos turísticos: “Pés no Instituto”, “Saberes e Sabores”, “Pés nas Trilhas”, “Pés e Olhos nas Águas”. Participam cinco adolescentes entre 14 e 17 anos, para formação de guias turísticos; cinco jovens estudantes, para formação de coordenadores guias; e cinco mulheres marisqueiras da Associação de Mulheres Quilombolas e Marisqueiras do Vale do Iguape.
“Apoiar o projeto ‘Pés no Quilombo’ endossa pilares fundamentais da atuação da Acelen, empresa que investe em iniciativas que geram impactos positivos nas comunidades onde ela está presente, como é o caso do Recôncavo Baiano”, avalia Marcelo Lyra, vice-presidente de Relações Institucionais, ESG, Comunicação e Desenvolvimento Territorial da Acelen.
Para a Acelen Renováveis, o apoio ao projeto está alinhado à estratégia de desenvolvimento territorial e geração de valor nas regiões onde a empresa atua, a exemplo de Cachoeira, no Recôncavo baiano, onde está localizada a primeira fazenda dedicada ao cultivo da macaúba, planta nativa brasileira que será utilizada como matéria-prima para a produção de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) e diesel verde.
A empresa com o seu projeto inovador de biocombustíveis prevê o plantio em 180 mil hectares de pastagens degradadas na Bahia e em Minas Gerais, com potencial de capturar cerca de 60 milhões de toneladas de CO₂. Desse total, 20% das áreas cultivadas serão desenvolvidas em parceria com a agricultura familiar e pequenos produtores, impulsionando o desenvolvimento regional, promovendo a inclusão produtiva no campo, a sustentabilidade e sendo protagonista no processo de transição energética da Bahia e do Brasil




