
Teve início nesta quarta-feira (8) a demolição das partes comprometidas do prédio atingido por uma explosão no bairro do Stiep, em Salvador. A intervenção é considerada necessária após laudos técnicos apontarem risco estrutural na edificação, que sofreu danos severos após o incidente ocorrido no fim de fevereiro.
A ação é coordenada pela Defesa Civil de Salvador (Codesal), em conjunto com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur), e executada por uma empresa especializada. O objetivo é remover apenas as áreas instáveis do imóvel, reduzindo riscos para moradores, equipes de trabalho e edificações vizinhas.
De acordo com as avaliações técnicas, a demolição será parcial e concentrada na ala mais afetada do prédio, onde houve desabamento de parte da estrutura. As demais áreas poderão ser preservadas, mas devem passar por intervenções de recuperação e reforço estrutural.
Antes do início da demolição, o edifício passou por escoramento e outras medidas preparatórias para garantir a segurança durante os trabalhos. A operação segue protocolos específicos para evitar impactos que possam comprometer ainda mais a estrutura remanescente.
A explosão ocorreu no dia 27 de fevereiro e, segundo as investigações iniciais, pode ter sido causada por um vazamento de gás liquefeito de petróleo (GLP). O incidente provocou danos significativos, incluindo o colapso parcial do prédio e a evacuação de moradores, além de atingir imóveis vizinhos.
Após a conclusão da demolição das áreas comprometidas, o local deverá passar por novas avaliações para definir as próximas etapas, que incluem possíveis obras de recuperação e medidas de segurança permanentes.




