Versão de “Brasil”, clássico do repertório da cantora, será lançada nesta sexta-feira (25), véspera do aniversário de 81 anos da artista

Às vésperas do aniversário de Gal Costa, a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) lança nesta sexta-feira (25) uma nova versão de “Brasil”, um dos clássicos do repertório da cantora. A homenagem reúne nomes como Sophie Charlotte, Márcia Short, Lazzo Matumbi, Emanuelle Araújo, Simoninha e outros artistas em um arranjo sinfônico regido pelo maestro Carlos Prazeres.
Gal Costa completaria 81 anos neste sábado (26). Nascida em Salvador, a cantora foi uma das principais vozes da Música Popular Brasileira e marcou diferentes momentos da música brasileira, especialmente a partir de sua participação no movimento tropicalista.
Na nova versão de “Brasil”, composição de Cazuza, George Israel e Nilo Romero, a OSBA divide os vocais entre Aiace, Angela Velloso, Clariana, Claudia Cunha, Emanuelle Araújo, Lazzo Matumbi, Luíza Britto, Márcia Short, Simoninha, Sophie Charlotte e Walerie Gondim.
O lançamento integra o projeto “GAL80”, registrado em 2025 durante um show realizado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, no dia em que Gal Costa completaria 80 anos. O espetáculo foi lançado em março deste ano, como parte das celebrações pelo aniversário da capital baiana.
Com direção artística de Manno Góes e direção musical e regência de Carlos Prazeres, o projeto reuniu artistas para celebrar a trajetória da cantora e sua relação com a Bahia. Para Prazeres, Gal representa especialmente a capacidade de reinvenção e liberdade associada à cultura baiana.
“Gal nasce profundamente baiana, rompendo padrões o tempo inteiro. Ela expandiu o que podia ser a canção brasileira, o que podia ser a voz feminina. Para a Bahia, e especialmente como filha de Salvador, ela é um símbolo dessa liberdade e dessa capacidade de reinvenção constante”, afirma o maestro.
A nova gravação de “Brasil” chega ao público na véspera do aniversário da cantora e amplia o registro da homenagem iniciada no projeto “GAL80”, que levou a trajetória da artista novamente à Concha Acústica do Teatro Castro Alves.
A produção executiva do projeto é assinada pela Associação Amigos do Teatro Castro Alves e pela MAPA Produções Fonográficas.
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