Na última semana, cerca de 56 alunos, de 10 a 14 anos, de 14 escolas municipais foram premiados na Cerimônia Nacional da Maratona Tech, uma competição educacional de tecnologia que visa estimular os estudantes na carreira digital
O setor privado pode desempenhar um importante papel na formação de estudantes e profissionais, sobretudo em apoio à população negra, ao fortalecer pautas como justiça social, educação e qualificação. Com isso, iniciativas com foco na preparação de futuras gerações ganham força por seu impacto coletivo por serem dedicados ao fomento de afroempreendedores, iniciativas de capacitação e aceleração do crescimento do empreendedorismo negro por meio da diversidade e do impulsionamento dos negócios desse público.
Assim, programas como ‘Ifood Acredita’ e Maratona Tech, projeto do Movimento Tech, ganham destaque por serem direcionadas para públicos em condição de sub-representação. A Maratona Tech, por exemplo, alcançou estudantes de Salvador e contou com a participação das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec) e Educação (Smed), além do apoio do Senai Cimatec, empresas privadas e lideranças de educação tecnológica de todo o país.
Para Camila Oliveira, Coordenadora Senior de Impacto Social iFood e coordenadora do projeto Maratona Tech, esse movimento surge com a iniciativa principal de atingir alunos de escolas públicas. “O movimento nasce como Potência. É o primeiro projeto e a premissa do Potência é capacitar e empregar 25 mil pessoas de perfis sub-representados e baixa renda. Então, necessariamente, a gente olha para o recorte de renda e, a partir daí, mulheres, LGBTQIAP+, pessoas negras, indígenas, enfim, necessariamente, nós temos esse recorte”, diz.
Na última semana, cerca de 56 alunos, de 10 a 14 anos, de 14 escolas municipais foram premiados na Cerimônia Nacional da Maratona Tech, programa do MovTech, que é coordenada por Camila. A Maratona é uma competição educacional de tecnologia que visa estimular os estudantes na carreira digital.
“Com a Maratona Tech, não somos excludentes com as escolas particulares, mas o pódio e todas as fases tem números fixos para a gente alcançar nas escolas públicas. A nossa maior divulgação, e o nosso maior esforço, está nas escolas públicas, onde a gente entende que é o perfil sub-representado. Essa é a nossa forma de garantir que a gente está endereçando o público para qual o movimento foi pensado”, afirma.
Estudante da Escola Municipal Alfredo Amorim, que fica no bairro da Ribeira, Jennifer Cerqueira, de 14 anos, apresentou, junto com os colegas, um projeto de desenvolvimento na geração de emprego e renda através da tecnologia. “Foi uma oportunidade maravilhosa na minha vida e dos meus colegas, principalmente em poder contribuir aos nossos pais de alguma forma”, afirmou.
Mais sobre a Maratona Tech:
Sendo uma empresa brasileira, o iFood quer fortalecer o ecossistema nacional de tecnologia não só compartilhando seu conhecimento na área, mas também incentivando mais pessoas a seguir carreira em tech.
Ao apoiar a Maratona Tech, o iFood se aproxima do cumprimento de seus compromissos na área de educação até 2025. São eles: Incentivar a educação básica para impactar 5 milhões de pessoas; Formar e empregar 25 mil pessoas de públicos sub-representados e de baixa renda em tecnologia; Capacitar mais de 5 milhões de pessoas para o trabalho do futuro e o empreendedorismo.



