Gastos com ingressos, deslocamento e alimentações podem ser um desafio no momento de aproveitar esses tipos de evento

Uma pesquisa do Serasa aponta que cerca de 56% dos brasileiros realizam um planejamento financeiro antes de curtirem shows e festivais de música. Gastos com ingressos, deslocamento e alimentações podem ser um desafio no momento de aproveitar esses tipos de evento.
Especialista em educação financeira do Serasa, Thiago Ramos dar dicas de como aproveitar os shows e se organizar financeira para isso. Segundo o profissional, é necessário definir o valor máximo que será gastado com esses eventos.
Em seguida, é preciso que as pessoas tomem como referência o método de divisão “50-30-20”, onde 50% da renda deve ser destinada aos gastos essenciais, como contas de supermercado e de energia elétrica, 30% ao lazer e 20% a uma reserva financeira.
“Nesse cenário, as despesas de entretenimento devem caber dentro do que é destinado para o lazer para que não comprometa as finanças, considerando ingressos, alimentação, passagens, hospedagem e mais”, conta Ramos à reportagem do jornal A Tarde.
Geralmente, as entradas costumam ser mais baratas nos primeiros lotes e vão encarecendo conforme o tempo passa. Portanto, ficar atento às datas de lançamento e adquirir os ingressos o mais cedo possível pode resultar em boas economias.
Muitos eventos também ofertam esse desconto a certos bancos e bandeiras de cartão de crédito, além da oportunidade de comprar o ingresso antes de outros consumidores e do acesso a parcelamentos exclusivos, onde o valor do ingresso pode ser dividido em mais vezes que o comum. Porém, este é um recurso que deve ser usado com cautela, já que pode acabar contribuindo para o acúmulo de dívidas.
Os custos com deslocamento também devem ser considerados, principalmente pelas pessoas que recorrem aos aplicativos de transporte – como Uber e 99 Pop – para chegarem aos shows, já que o preço das corridas aumenta conforme a demanda dos passageiros. Em locais com muitas solicitações por motoristas, o preço da corrida pode aumentar em até duas ou três vezes.
As informações são do jornal A Tarde




