Todo o Brasil será beneficiado pelo Programa, em especial, cidades com maior vulnerabilidade
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (14), a lei que cria o novo programa Mais Médicos. A retomada do programa é fruto da MP 1.165, de 2023, que foi aprovada pelo Congresso Nacional em junho.
De acordo com o governo, a nova fase do Mais Médicos prevê a abertura imediata de 15 mil vagas, e a meta é que, até o fim do ano, sejam 28 mil profissionais atuando pelo programa.
Os novos editais do programa Mais Médicos têm como objetivo ampliar o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente em regiões de maior vulnerabilidade do país.
Ainda durante a solenidade no Palácio do Planalto, o presidente Lula também assinou um decreto que institui um Grupo de Trabalho Interministerial para discutir, avaliar e propor regras para reservas de vagas aos médicos com deficiência e pertencentes a grupos étnico-raciais.
O GT, coordenado pelo Ministério da Saúde, terá a participação dos Ministérios da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e Cidadania, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e do Planejamento.
Em discurso, Lula fez críticas aos presidentes anteriores que desmontaram o programa.
“Quando foi criado o Mais Médicos, não imaginava que alguém fosse capaz de acabar com esse programa, que é tão importante para a sociedade. Eu não imaginava que um presidente ou um ministro dissesse que esse programa não pudesse acontecer. Resolveram acabar com o Mais médicos sem dizer o que iriam colocar no lugar”, disse.
Participaram da solenidade no Palácio do Planalto, além de Lula, a primeira-dama, Janja; o prefeito de Boa Vista, Arhur Henrique Machado (MDB); a relatora do projeto no senado, Zenaide Maia (PSD-PB); a ministra da Saúde, Nísia Trindade; o ministro da Educação, Camilo Santana; a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias; o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa; e Alexandre Padilha, ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais.



