Governo Federal projeta chegar a 55% da população leitora com foco em bibliodiversidade, acessibilidade e expansão de livrarias no interior

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
O presidente Lula, ao lado das ministras Margareth Menezes (Cultura) e do ministro Leonardo Barchini (Educação), assina nesta quinta-feira (23) a portaria que institui o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) 2026-2036. O lançamento ocorre no Dia Mundial do Livro e marca um novo ciclo de dez anos com a meta ambiciosa de elevar o percentual de leitores no Brasil de 47% para 55% até 2035.
O plano é estruturado em quatro eixos: democratização do acesso, fomento à leitura, valorização institucional e desenvolvimento da economia do livro. Entre as prioridades estão a redução do preço dos livros, o fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e o incentivo à escrita criativa em territórios periféricos, quilombolas e indígenas. O novo PNLL também estabelece metas de acessibilidade plena, com acervos em braille, Libras e audiolivros em todas as bibliotecas.
Margareth Menezes destacou o papel da leitura no combate à desinformação: “O livro e a leitura são vacinas contra a deterioração intelectual. Estamos construindo um Brasil com mais dignidade”. O secretário Fabiano Piúba (MinC) reforçou que o plano busca colocar o livro na “cesta básica” do brasileiro, apoiando pequenas editoras e livrarias independentes.




