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	Comentários sobre: Eu, branco no candomblé: a dinastia que não abre mão do poder no axé	</title>
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	<description>Conteúdo Agridoce</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Jan 2026 16:27:32 +0000</lastBuildDate>
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		Por: Gill Ominiro		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gill Ominiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 16:27:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O texto possui várias nuances desafiadoras e propõe reflexões importantes, mas naufraga na fraude. Em várioas momentos é especulativo, navega na impressão de redes sociais, não se apoia em dados estatíscos ou científicos. É um achismo em vários momentos. Daí se torna irrelevante, infelizmente. Pois essa discussão sobre o papel e presença do branco no candomblé é fundamental para a preservação da religião negra de culto aos orisa, nkise e vodun.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto possui várias nuances desafiadoras e propõe reflexões importantes, mas naufraga na fraude. Em várioas momentos é especulativo, navega na impressão de redes sociais, não se apoia em dados estatíscos ou científicos. É um achismo em vários momentos. Daí se torna irrelevante, infelizmente. Pois essa discussão sobre o papel e presença do branco no candomblé é fundamental para a preservação da religião negra de culto aos orisa, nkise e vodun.</p>
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		Por: Tamara Carine		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tamara Carine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 20:01:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Texto e postura maravilhosa meus parabéns 👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto e postura maravilhosa meus parabéns 👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾</p>
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		Por: Cristiano Lima		</title>
		<link>https://portalumbu.com.br/eu-branco-no-candomble-a-dinastia-que-nao-abre-mao-do-poder-no-axe/#comment-695</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cristiano Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 19:44:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O artigo é cirúrgico e toca em uma ferida necessária. Como historiador e militante, vejo que a análise sobre a &#039;dinastia branca&#039; no axé reflete um fenômeno que também desafia o Movimento Negro: a tentativa de apropriação e condução de espaços de resistência preta por quem não abdica de seus privilégios estruturais.

Embora o caminho religioso individual mereça respeito, a ética panafricanista nos ensina que a soberania de nossos saberes e instituições não é negociável. No Candomblé, assim como na militância, a ancestralidade é nossa tecnologia de poder, e o reconhecimento do &#039;lugar de cada um&#039; é fundamental para que o protagonismo e a gestão desse legado permaneçam, de fato, em mãos negras. Não se trata apenas de fé, mas de manter a autonomia sobre nossa própria história.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo é cirúrgico e toca em uma ferida necessária. Como historiador e militante, vejo que a análise sobre a &#8216;dinastia branca&#8217; no axé reflete um fenômeno que também desafia o Movimento Negro: a tentativa de apropriação e condução de espaços de resistência preta por quem não abdica de seus privilégios estruturais.</p>
<p>Embora o caminho religioso individual mereça respeito, a ética panafricanista nos ensina que a soberania de nossos saberes e instituições não é negociável. No Candomblé, assim como na militância, a ancestralidade é nossa tecnologia de poder, e o reconhecimento do &#8216;lugar de cada um&#8217; é fundamental para que o protagonismo e a gestão desse legado permaneçam, de fato, em mãos negras. Não se trata apenas de fé, mas de manter a autonomia sobre nossa própria história.&#8221;</p>
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