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De Boipeba a Moçambique: curadora da Flipeba compartilha experiências na Feira do Livro de Maputo

Coletivo Flipeba com Lucas de Matos Manoela Ramos e Uran Rodrigues. Foto: Inage Kaluana

Em junho, o Coletivo Flipeba desembarca em Moçambique para apresentar seu projeto literário, com apoio financeiro do Governo da Bahia, por meio do Fundo de Cultura e da Secretaria de Cultura (Secult-BA), além do apoio internacional da plataforma Flotar, Fundo Cicla, Instituto Guimarães Rosa, Embaixada do Brasil e da própria Feira do Livro de Maputo 2025. A comitiva baiana chega à sua segunda participação na feira moçambicana, sob curadoria de Juci Reis.

Manoela Ramos, idealizadora e uma das curadoras da Flipeba (Festa Literária da Ilha de Boipeba) levará ao continente africano o projeto Escrita Viajante e as Diversidades Culturais Diaspóricas, representando o Coletivo Flipeba na Feira do Livro de Maputo, que acontece de 16 a 20 de junho, reunindo importantes nomes da literatura africana e mundial. Ao longo da sua trajetória, a Flipeba vem se consolidando como um marco na cena cultural da ilha baiana.

O projeto busca fomentar a leitura e a produção literária a partir de experiências de viagem conectadas à diáspora africana. Como desdobramento, será lançado durante a feira o livro Confissões de Viajante (Sem Grana), estreia de Manoela no mercado editorial independente. A obra já está em sua terceira edição e alcançou o primeiro lugar em vendas na categoria Viagens – América Latina na Amazon.

Manoela Ramos e o livro Confissões de Viajante sem Grana (Foto – Inagê Kaluanâ)

“A gente vai trocar experiências sobre como é realizar uma festa literária numa ilha, apresentando essa vivência no continente vizinho”, afirma Manoela. Também integram a comitiva o comunicador e escritor Lucas de Matos e o agitador cultural Uran Rodrigues, que acompanham o projeto registrando os bastidores nas redes @flipeba, @escritoraviajante e @siteuran.

“O livro é sobre viajar sem grana, mas dessa vez não é o caso”, brinca Manoela, ressaltando o papel fundamental das políticas públicas para viabilizar o intercâmbio cultural e dar visibilidade às produções brasileiras no cenário internacional. O projeto é realizado com apoio do Governo da Bahia, através do Edital de Mobilidade Artística da Secult-BA, em parceria com a plataforma Flotar.

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