
O Congresso Nacional retoma nesta semana as atividades legislativas após o recesso parlamentar de julho. Deputados e senadores voltam a Brasília com uma agenda marcada pela tentativa de avançar na análise de projetos pendentes e pela proximidade das eleições de 2026, que devem influenciar o ritmo dos trabalhos no segundo semestre.
Com o calendário eleitoral se aproximando, a expectativa é que Câmara dos Deputados e Senado adotem períodos de esforço concentrado para garantir a votação de matérias consideradas prioritárias. As semanas de mobilização estão previstas para ocorrer entre 10 e 14 de agosto e entre 31 de agosto e 3 de setembro, com o objetivo de alinhar as votações nas duas Casas legislativas.
Entre os desafios do Legislativo está a retomada de propostas que não avançaram antes da pausa parlamentar. O período eleitoral deve reduzir o tempo de permanência dos parlamentares em Brasília, já que muitos deputados e senadores estarão envolvidos em campanhas e articulações políticas nos estados.
Pautas em discussão
A expectativa é que o Congresso concentre esforços na análise de projetos que ficaram pendentes no primeiro semestre. Também estão entre os temas em acompanhamento pelos parlamentares propostas que dependem de votação conjunta entre Câmara e Senado.
No Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, anunciou que o calendário de esforço concentrado será realizado em conjunto com a Câmara, permitindo que matérias aprovadas em uma das Casas tenham tramitação mais rápida na outra.
Além da agenda legislativa, os parlamentares também devem lidar com vetos presidenciais pendentes e propostas que precisam de análise antes do período de maior intensidade das campanhas eleitorais.


