Quando me tornei mãe, passei a temer a morte.

Antes de ter filhos tudo era infinito e, por isso, eu me dava ao luxo do desperdício. A vida, a energia, o sentido de viver e a razão de trabalhar: nada tinha fim e tudo era gasto sem fazer muita conta. Eu me sentia naqueles jogos de videogame que, caso eu perdesse, era só apertar […]
