Regência absolutista e a lei do silêncio

Além do titular da SSP, outros secretários têm se destacado no Governo do Estado, a exemplo de Roberta Santana (Saúde) e Felipe Freitas (Justiça). Já na Prefeitura de Salvador, talvez por conta da proximidade das eleições, Bruno Reis impera praticamente sozinho, silenciando seus assessores.
Você sabe por que está correndo?

Outro dia, eu estava conversando com um amigo de longa data e, em meio a conversa, notei que ele estava com o semblante tenso e preocupado, mesmo estando no final de semana, bebendo uma cerveja, conversando sobre futebol e resenhando sobre os outros amigos que ainda não haviam chegado. Não demorou muito, eu perguntei se […]
Histórias de uma menina que virou avó

Será que Dona Sebastiana pressentiu quando você decidiria partir? Fico pensando na sua coragem de ir para um lugar desconhecido,
Dos machos feministas na política baiana

Feministos de telão, Justiça sendo feita em briga de terreno, apelões midiáticos e muito mais na coluna desta semana
Feminina ou masculino: Relato da minha não binaridade

Quando me encontrei na ideia de que era muito mais feliz ao ser o que eu quisesse, senti leveza em somar novas percepções. Se eu conseguia aceitar a mulher que era, eu conseguiria viver sem ser “mulher”?
Bruno Reis é “mizerê” mesmo, hein?

Cenário político de Salvador e do estado da Bahia são analisados com descontração, mas sem perder a oportunidade de fazer valer o gostinho agridoce de seu fruto preferido
Uma deusa, uma louca, uma feiticeira

Sábado, três amigas se encontram na praia de Piatã e conversam, riem, bebem, debatem, brincam, planejam um jogo de cartas (buraco) sem sucesso! Domingo, outras amigas se encontram num café no Rio Vermelho, comem, brincam, riem, conversam, debatem, confidenciam e cantam junto com Thiaguinho na TV de um bar: “uma deusa, uma louca, uma feiticeira, ela é demais!”. Já pesquisando no celular, uma amiga arremata: composição de Rick & Renner
UMBUZADA POLÍTICA

Cenário político de Salvador e do estado da Bahia são analisados com com descontração, mas sem perder a oportunidade de fazer valer o gostinho agridoce de seu fruto preferido.
O preço do não remunerado: uma resposta ao cantor Zezé Di Camargo

“E assim eu continuei visualizando mulheres em diversas situações da minha vida nesta mesma configuração: pessoas que se sacrificaram por seus cônjuges e família e nada receberam, porque, aparentemente, eram atividades em nome do amor.”
Já é Carnaval, cidade!

“Se você não é nenhum empresário ou profissional que está prestando serviço neste período de folia momesca, certamente você tem grandes chances de estar enquadrado no grupo responsável por financiar toda essa gigantesca festa. Já se situou?”

