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	<title>Arquivo de Mundo - Portal UMBU</title>
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	<title>Arquivo de Mundo - Portal UMBU</title>
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		<title>Trump publica imagem como Jesus e ataca Papa Leão XIV nas redes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Batista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 14:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Donald Trump, disse não querer &#8220;um Papa que critique o presidente dos Estados Unidos&#8221; e chamou de &#8220;fraco&#8221; o Papa Leão XIV neste domingo (12), depois que o Pontífice ofereceu uma oração do terço à paz mundial, pediu um cessar-fogo no Líbano e disse se sentir próximo do &#8220;amado povo libanês&#8221;. O posicionamento do líder [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Jornadas-3-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-65706" style="width:781px;height:auto" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Jornadas-3-1-1024x576.png 1024w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Jornadas-3-1-300x169.png 300w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Jornadas-3-1-768x432.png 768w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Jornadas-3-1-1536x864.png 1536w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Jornadas-3-1-750x422.png 750w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Jornadas-3-1-1140x641.png 1140w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Jornadas-3-1.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Papa Leão XIV, na Argélia, (Foto: Vatican Media) e Donald Trump (Foto: Reprodução(</figcaption></figure>
</div>


<p>Donald Trump, disse não querer <em>&#8220;um Papa que critique o presidente dos Estados Unidos&#8221;</em> e chamou de <em>&#8220;fraco&#8221;</em> o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://portalumbu.com.br/primeiro-papa-norte-americano-conheca-o-cardeal-robert-prevost-o-papa-leao-xiv-sucessor-de-francisco-i/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Papa Leão XIV</a></span> neste domingo (12), depois que o Pontífice ofereceu uma oração do terço à paz mundial, pediu um cessar-fogo no Líbano e disse se sentir próximo do &#8220;amado povo libanês&#8221;. O posicionamento do líder do Vaticano aconteceu também após os EUA anunciarem que dizimariam a população do Irã, país que está há quase dois meses sob ataques do governo norte-americano e Israel.</p>



<p><em>“O Papa Leão é fraco no combate ao crime e péssimo em política externa. Ele fala sobre o ‘medo’ do governo Trump, mas não menciona o medo que a Igreja Católica e todas as outras organizações cristãs sentiram durante a COVID, quando prenderam padres, pastores e todos os outros por realizarem cultos, mesmo ao ar livre, mantendo o distanciamento social de três a seis metros”</em>, publicou Trump em sua plataforma Truth Social.</p>



<p>Na ocasião em que pediu por um cessar-fogo, o Papa Leão XIV lembrou ainda da guerra na Ucrânia e conflitos no Sudão. O Pontífice começa nesta segunda-feira (13) uma viagem de 10 dias a quatro países da África, começando pela Argélia, para dialogar com lideranças internacionais a respeito das necessidades de suas populações.</p>



<p>O presidente estadunidense seguiu com ataques a Leão XIV dizendo: <em>“Não quero um Papa que ache normal o Irã ter armas nucleares. Não quero um Papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela, um país que enviava quantidades enormes de drogas para os Estados Unidos e, pior ainda, esvaziava suas prisões, incluindo assassinos, traficantes e homicidas, para o nosso país. E eu não quero um Papa que critique o Presidente dos Estados Unidos, porque estou fazendo exatamente aquilo para o que fui eleito com uma vitória esmagadora: estabelecendo recordes de baixa criminalidade e criando o melhor mercado de ações da história”</em>. Trump ainda declarou preferir Louis, irmão do Papa, que é cidadão norte-americano, por ser seu apoiador.</p>



<p>Em meio às publicações de ataque ao líder da Igreja Católica, Donald Trump ainda declarou ser o responsável pela eleição do atual Pontífice:<em> &#8220;Leão deveria ser grato porque, como todos sabem, ele foi uma surpresa chocante. Ele não estava em nenhuma lista para ser papa e só foi colocado lá pela Igreja porque era americano, e acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump. Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não estaria no Vaticano&#8221;</em>, escreveu antes de publicar uma imagem gerada por inteligência artificial em que aparece como uma figura messiânica realizando um gesto de cura semelhante ao atribuído a Jesus Cristo.</p>



<p> </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-91-819x1024.png" alt="" class="wp-image-65694" style="width:655px;height:auto" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-91-819x1024.png 819w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-91-240x300.png 240w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-91-768x960.png 768w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-91-750x938.png 750w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-91.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Reprodução/X</figcaption></figure>
</div>


<p>A publicação gerou comoção e reações, como a publicação de uma outra imagem gerada por inteligência artificial na qual o homem curado por Donald Trump tem o rosto de Jeffrey Epstein, financista amigo de Donald Trump morto em 2019, que teve seu nome atrelado a uma série de crimes sexuais contra menores de idade.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-twitter"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Fixed <a href="https://t.co/wVuD4VcSHH">https://t.co/wVuD4VcSHH</a> <a href="https://t.co/L7HVuopJ0D">pic.twitter.com/L7HVuopJ0D</a></p>&mdash; jairme pré-candidata a deputada (@jairmearrependi) <a href="https://twitter.com/jairmearrependi/status/2043548729676816637?ref_src=twsrc%5Etfw">April 13, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></div>
</div></figure>



<p>Por volta das 12h40 desta segunda-feira no horário dos EUA, ao vivo em transmissão do canal Fox News, Trump foi questionado sobre a publicação e desconversou dizendo que pensou ser ele &#8220;como médico e que tinha a ver com a Cruz Vermelha&#8221;.</p>



<p>Não é a primeira vez que Donald Trump publica imagens digitalmente alteradas para atacar desafetos. Em fevereiro, ele compartilhou, também pela plataforma Truth Social, um <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DUbnazsCa7T/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vídeo racista</a></span> que retrata o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, e sua esposa, Michelle Obama, ambos negros, como macacos em uma selva. No mesmo vídeo, ele se coloca como leão e ridiculariza políticos e figuras públicas como seu antecessor no governo estadunidense, Joe Biden, sua oponente na última eleição, Kamala Harris, e até a atriz Whoopi Goldberg.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="embed-twitter"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Q: Did you post that picture of yourself depicted as Jesus?<br><br>Trump: I did post it and I thought it was me as a doctor. And had to do with red cross as a red cross worker <a href="https://t.co/aK4rAxijzT">pic.twitter.com/aK4rAxijzT</a></p>&mdash; Republicans against Trump (@RpsAgainstTrump) <a href="https://twitter.com/RpsAgainstTrump/status/2043733050341589332?ref_src=twsrc%5Etfw">April 13, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></div>
</div></figure>



<p>Em resposta, já nesta segunda-feira (13), o Papa Leão XIV afirmou que não pretende entrar em confronto direto, mas deixou claro que manterá suas posições. Segundo publicado pelo G1, a jornalistas, o líder do Vaticano teria dito <em>&#8220;não tenho medo do governo de Donald Trump”</em> e reforçou que continuará defendendo o fim das guerras e a promoção da paz. <em>&#8220;Colocar minha mensagem no mesmo patamar do que o presidente tentou fazer aqui, creio eu, é não compreender qual é a mensagem do Evangelho, e lamento ouvir isso, mas continuarei com o que acredito ser a missão da Igreja no mundo hoje. Não hesitarei em anunciar a mensagem do Evangelho e em convidar todas as pessoas a procurarem maneiras de construir pontes de paz e reconciliação, e a buscarem formas de evitar a guerra sempre que possível”</em>, declarou o Pontífice à agência de notícias AP. </p>
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		<title>México avança em plano de saúde universal inspirado no SUS e amplia cooperação com o Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O México pretende implementar, a partir de 2027, um modelo de saúde pública inspirado no Sistema Único de Saúde, com o objetivo de garantir acesso universal aos serviços de saúde. A proposta busca permitir que qualquer cidadão seja atendido na rede pública, independentemente de vínculo com a seguridade social. A iniciativa ganhou força após a [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="768" height="354" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-79.png" alt="" class="wp-image-65655" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-79.png 768w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-79-300x138.png 300w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-79-750x346.png 750w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: João Risi/MS</figcaption></figure>
</div>


<p>O México pretende implementar, a partir de 2027, um modelo de saúde pública inspirado no Sistema Único de Saúde, com o objetivo de garantir acesso universal aos serviços de saúde. A proposta busca permitir que qualquer cidadão seja atendido na rede pública, independentemente de vínculo com a seguridade social.</p>



<p>A iniciativa ganhou força após a assinatura de um acordo estratégico entre os governos do Brasil e do México, formalizado em Brasília no último dia 8 de abril. O memorando de entendimento estabelece cooperação técnica, científica e institucional para fortalecer os sistemas públicos de saúde e ampliar o acesso a serviços, tecnologias e medicamentos.</p>



<p>O acordo foi firmado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo secretário de Saúde do México, David Kershenobich Stalnikowitz, e prevê atuação conjunta em áreas consideradas prioritárias, como inovação tecnológica, desenvolvimento de vacinas, vigilância em saúde, controle de doenças e formação de profissionais.</p>



<p>Entre os eixos centrais da parceria está o intercâmbio de experiências, especialmente a partir do modelo brasileiro. O SUS é visto pelo governo mexicano como referência internacional para a construção de um sistema mais integrado e acessível, capaz de reduzir desigualdades no atendimento à população. </p>



<p>A cooperação também inclui o fortalecimento da produção farmacêutica, o estímulo à pesquisa clínica e o avanço de tecnologias em saúde, incluindo plataformas inovadoras como as de RNA mensageiro. Além disso, os países devem compartilhar informações epidemiológicas para o enfrentamento de doenças infecciosas, como arboviroses, e condições associadas à vulnerabilidade social, a exemplo de HIV, hepatites e tuberculose.</p>



<p>Outro ponto previsto no acordo é a troca de experiências sobre políticas de acesso a medicamentos e uso racional de insumos, além da identificação de oportunidades de investimento e desenvolvimento conjunto no setor farmacêutico.</p>



<p>Como desdobramento, Brasil e México devem criar um comitê bilateral e mecanismos permanentes de coordenação para acompanhar a implementação das ações e definir prioridades. A expectativa é transformar a cooperação em resultados concretos para os sistemas de saúde e ampliar o acesso da população aos serviços. </p>



<p>A proposta mexicana será implementada de forma gradual, com etapas iniciais voltadas a atendimentos essenciais, como urgência, doenças graves e vacinação, e posterior ampliação para serviços especializados e tratamento de doenças crônicas.</p>
<div class="gsp_post_data" data-post_type="post" data-cat="mundo" data-modified="120" data-title="México avança em plano de saúde universal inspirado no SUS e amplia cooperação com o Brasil" data-home="https://portalumbu.com.br"></div><p>O post <a href="https://portalumbu.com.br/mexico-avanca-em-plano-de-saude-universal-inspirado-no-sus-e-amplia-cooperacao-com-o-brasil/">México avança em plano de saúde universal inspirado no SUS e amplia cooperação com o Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalumbu.com.br">Portal UMBU</a>.</p>
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		<title>ONU reconhece escravidão como maior crime contra a humanidade; EUA, Israel e Argentina se opõem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal UMBU]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas aprovou, nesta quarta-feira (25), uma declaração histórica que reconhece a escravidão e o tráfico transatlântico de africanos como os crimes contra a humanidade mais graves já cometidos. A medida, aprovada pela Assembleia-Geral em votação simbólica, amplia a pressão internacional por reconhecimento, justiça e reparações pelos impactos deixados ao longo de [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UN71134084__ME24683_-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-65113" style="aspect-ratio:1.5000111079021616;width:729px;height:auto" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UN71134084__ME24683_-2-1024x683.jpg 1024w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UN71134084__ME24683_-2-300x200.jpg 300w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UN71134084__ME24683_-2-768x512.jpg 768w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UN71134084__ME24683_-2-750x500.jpg 750w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UN71134084__ME24683_-2-1140x760.jpg 1140w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UN71134084__ME24683_-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Annalena Baerbock (na tela), Presidente da octogésima sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, preside a reunião comemorativa da Assembleia Geral para marcar a Abolição da Escravatura e o Fim do Comércio Transatlântico de Escravos | Foto: ONU/Manuel Elías</figcaption></figure>
</div>


<p>A Organização das Nações Unidas aprovou, nesta quarta-feira (25), uma declaração histórica que reconhece a escravidão e o tráfico transatlântico de africanos como os crimes contra a humanidade mais graves já cometidos. A medida, aprovada pela Assembleia-Geral em votação simbólica, amplia a pressão internacional por reconhecimento, justiça e reparações pelos impactos deixados ao longo de séculos.</p>



<p>A resolução foi proposta por Gana e recebeu apoio de 123 países, incluindo o Brasil. Outros 52 países se abstiveram, enquanto três votaram contra: Estados Unidos, Israel e Argentina.</p>



<p>Além do reconhecimento histórico, o texto recomenda que os países apresentem pedidos formais de desculpas pelo passado escravocrata e contribuam para a criação de um fundo internacional de reparações, ponto que concentra as maiores divergências diplomáticas.</p>



<p>A expectativa é que a medida sirva de base para negociações futuras no âmbito internacional, especialmente no que diz respeito à criação de instrumentos legais que tratem de crimes contra a humanidade e de políticas de reparação.</p>



<p>A declaração foi aprovada no contexto do Dia Internacional de Memória das Vítimas da Escravidão e do Tráfico Transatlântico e em meio ao avanço global das discussões sobre justiça reparatória. A proposta também é vista como um passo importante para a construção de uma futura convenção internacional sobre crimes contra a humanidade.</p>



<p>Estima-se que cerca de 15 milhões de africanos tenham sido sequestrados e forçados à diáspora ao longo de aproximadamente 400 anos. Esse sistema sustentou economias coloniais e contribuiu diretamente para o desenvolvimento de potências ocidentais.</p>



<p>Nesse contexto, o Brasil ocupa lugar central na história: foi o principal destino do tráfico transatlântico, tendo recebido entre 4 e 5 milhões de pessoas escravizadas entre os séculos XVI e XIX, número superior ao de toda a região do Caribe.</p>



<p>Segundo especialistas, o reconhecimento formal da ONU reforça o entendimento de que os impactos da escravidão não se limitaram ao passado, mas seguem presentes nas desigualdades raciais contemporâneas.</p>



<p>Apesar da ampla aprovação, a resolução enfrentou resistência, especialmente por parte de países que rejeitam a ideia de reparações financeiras. Representantes dos Estados Unidos argumentaram que a proposta apresenta uma “visão histórica enviesada” e que não cabe às instituições atuais arcar com custos relacionados a práticas que, à época, não eram consideradas ilegais pelo direito internacional.</p>



<p>Já a União Europeia, que optou pela abstenção, afirmou preocupação com possíveis “interpretações controversas” da história e alegou que reivindicações de reparação não são compatíveis com o direito internacional vigente.</p>



<p>Outra justificativa dada por países contrários ou abstencionistas foi a de que classificar a escravidão como o maior crime contra a humanidade poderia gerar uma hierarquização de tragédias históricas, diminuindo a gravidade de eventos como genocídios, o apartheid e o Holocausto.</p>



<p>Já para países africanos e caribenhos, principais articuladores da proposta, a declaração representa um avanço significativo no reconhecimento global das consequências da escravidão. O texto também fortalece o debate sobre responsabilidade histórica e mecanismos de compensação, ainda que sem obrigatoriedade jurídica imediata.</p>



<p></p>
<div class="gsp_post_data" data-post_type="post" data-cat="mundo" data-modified="120" data-title="ONU reconhece escravidão como maior crime contra a humanidade; EUA, Israel e Argentina se opõem" data-home="https://portalumbu.com.br"></div><p>O post <a href="https://portalumbu.com.br/onu-reconhece-escravidao-como-maior-crime-contra-a-humanidade-eua-israel-e-argentina-se-opoem/">ONU reconhece escravidão como maior crime contra a humanidade; EUA, Israel e Argentina se opõem</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalumbu.com.br">Portal UMBU</a>.</p>
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		<title>Congresso do Peru destitui o presidente José Jeri em meio a crise política</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso do Peru aprovou, nesta terça-feira (17), a destituição do presidente José Jeri, encerrando abruptamente seu mandato e aprofundando a crise política que assola o país andino. A votação, realizada por ampla maioria, afastou Jeri de suas funções executivas em meio a acusações de suposta incapacidade moral permanente, um instrumento legal frequentemente utilizado no [&#8230;]</p>
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</div>


<p>O Congresso do Peru aprovou, nesta terça-feira (17), a destituição do presidente José Jeri, encerrando abruptamente seu mandato e aprofundando a crise política que assola o país andino. A votação, realizada por ampla maioria, afastou Jeri de suas funções executivas em meio a acusações de suposta incapacidade moral permanente, um instrumento legal frequentemente utilizado no país para substituição de chefes de Estado.</p>



<p>A sessão no Parlamento peruano, dominado por forças de oposição, resultou na aprovação de um pedido de vacância contra Jeri, que já enfrentava forte desgaste político desde sua posse há poucos meses. Os parlamentares argumentaram que o presidente havia perdido condições de governabilidade e confiança para liderar o país, apesar de Jeri rejeitar as alegações e afirmar sua inocência diante de críticas crescentes.</p>



<p>A destituição ocorreu em um contexto de instabilidade institucional no Peru, que vive sucessivas mudanças de liderança nos últimos anos, com vários presidentes deixando o cargo antes do término do mandato. A movimentação no Congresso reflete a polarização entre o Legislativo e o Executivo, em um país marcado por tensão entre poderes e desafios econômicos e sociais persistentes.</p>



<p>José Jeri, de 38 anos, é filiado ao partido conservador Somos Perú e presidente do Congresso peruano desde julho. Ele foi o oitavo presidente do Peru em 10 anos. Agora, a linha de sucessão constitucional estabeleceu a transferência do poder à vice-presidência ou a outro responsável definido pelo Parlamento, conforme os dispositivos legais peruanos para garantir a continuidade do governo. A transição imediata será acompanhada por protestos e manifestações nas ruas de Lima e outras cidades, em um momento em que diversos setores clamam por reformas e estabilidade política.</p>



<p>Organizações internacionais e governos estrangeiros acompanharam de perto o desenrolar dos fatos e reforçaram apelos por respeito às instituições democráticas e ao Estado de direito no Peru, onde a conjuntura política segue em rápida mutação.</p>
<div class="gsp_post_data" data-post_type="post" data-cat="mundo" data-modified="120" data-title="Congresso do Peru destitui o presidente José Jeri em meio a crise política" data-home="https://portalumbu.com.br"></div><p>O post <a href="https://portalumbu.com.br/congresso-do-peru-destitui-o-presidente-jose-jeri-em-meio-a-crise-politica/">Congresso do Peru destitui o presidente José Jeri em meio a crise política</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalumbu.com.br">Portal UMBU</a>.</p>
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		<title>Lula viaja para a Índia com intuito de fortalecer parcerias comerciais e assinar acordos estratégicos</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 14:30:00 +0000</pubDate>
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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-122-1024x683.png" alt="" class="wp-image-63561" style="aspect-ratio:1.5000111079021616;width:795px;height:auto" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-122-1024x683.png 1024w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-122-300x200.png 300w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-122-768x512.png 768w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-122-750x500.png 750w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-122-1140x760.png 1140w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-122.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Presidente Lula em cerimônia oficial de chegada do Primeiro-Ministro da República da Índia, Narendra Modi ao Brasil | Foto: Ricardo Stuckert/PR</figcaption></figure>
</div>


<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou nesta terça-feira (17) para uma visita oficial à Índia, onde deve ampliar parcerias comerciais, econômicas e tecnológicas em encontros com autoridades indianas e empresários, além de participar de fóruns sobre temas estratégicos como inteligência artificial (IA) e minerais críticos. A viagem integra também agenda à Coreia do Sul, com retorno ao Brasil previsto para o dia 24, próxima terça-feira.</p>



<p>A comitiva brasileira é uma das maiores já enviadas ao país asiático, com dezenas de ministros e representantes de setores estratégicos, além de empresários que buscam ampliar o intercâmbio comercial entre as duas economias. Lula foi convidado a participar de uma Cúpula de Inteligência Artificial e do Fórum Empresarial Brasil-Índia, eventos que reúnem líderes políticos e econômicos para discutir inovação e cooperação digital.</p>



<p>Entre os principais acordos previstos está a assinatura de um memorando de entendimento sobre minerais críticos e terras raras, recursos estratégicos para indústrias de tecnologia e energia, que o Brasil pretende explorar em parceria com a Índia. A negociação desses termos tem sido destacada pelo Itamaraty como um elemento central da visita, reforçando a cooperação em setores de alto valor agregado. </p>



<p>A visita inclui ainda discussões para consolidar uma declaração sobre parceria digital para o futuro, ampliar facilidades para vistos de negócios e turismo entre os dois países e fomentar colaborações em áreas como defesa, tecnologia e infraestrutura, temas que vêm ganhando espaço na agenda bilateral nos últimos anos. </p>



<p>A Índia tem se consolidado como um dos parceiros mais dinâmicos do Brasil na Ásia, com comércio bilateral em crescimento e esforços conjuntos para ampliar o mercado entre os blocos econômicos e países do Sul Global. A expectativa dos dois governos é que os acordos assinados durante a visita contribuam para ampliar fluxos comerciais e investimentos nos próximos anos.</p>



<p>Após as reuniões em Nova Déli, Lula segue à Coreia do Sul para tratar de cooperação econômica, tecnológica e comercial com Seul, reforçando uma agenda diplomática orientada para diversificação de mercados e soberania tecnológica.</p>
<div class="gsp_post_data" data-post_type="post" data-cat="mundo,politica" data-modified="120" data-title="Lula viaja para a Índia com intuito de fortalecer parcerias comerciais e assinar acordos estratégicos" data-home="https://portalumbu.com.br"></div><p>O post <a href="https://portalumbu.com.br/lula-viaja-para-a-india-com-intuito-de-fortalecer-parcerias-comerciais-e-assinar-acordos-estrategicos/">Lula viaja para a Índia com intuito de fortalecer parcerias comerciais e assinar acordos estratégicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalumbu.com.br">Portal UMBU</a>.</p>
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		<title>António José Seguro, do Partido Socialista, é eleito presidente de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Batista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 12:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O socialista António José Seguro foi eleito presidente de Portugal neste domingo (8), em uma vitória ampla sobre o candidato de direita André Ventura, líder do partido de extrema-direita Chega. Seguro obteve cerca de 66% a 67% dos votos válidos, conforme apurações parciais, contra cerca de 33% para Ventura. Com mais de 3,3 milhões de [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="495" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-54.png" alt="" class="wp-image-63072" style="width:654px;height:auto" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-54.png 750w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-54-300x198.png 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Redes sociais</figcaption></figure>
</div>


<p>O socialista António José Seguro foi eleito presidente de Portugal neste domingo (8), em uma vitória ampla sobre o candidato de direita André Ventura, líder do partido de extrema-direita Chega. Seguro obteve cerca de 66% a 67% dos votos válidos, conforme apurações parciais, contra cerca de 33% para Ventura. </p>



<p>Com mais de 3,3 milhões de votos, Seguro torna-se o oitavo presidente da República portuguesa desde o retorno da democracia em 1976 e o primeiro do campo socialista em duas décadas. </p>



<p>A eleição ocorreu no segundo turno, após nenhum dos candidatos ter alcançado maioria absoluta na primeira etapa do pleito. Mais de 11 milhões de eleitores estavam aptos a votar no segundo turno, marcado por forte participação em meio a eventos adversos, inclusive tempestades que afetaram parte do país, sem, contudo, comprometer o processo eleitoral. </p>



<p>Seguro, 63 anos, é ex-líder do Partido Socialista (PS) e havia retornado à vida política após um período afastado. Ele liderou o partido entre 2011 e 2014 e agora assume a mais alta função do Estado português.</p>



<p>Em sua campanha, destacou a importância da estabilidade institucional e do compromisso com valores democráticos, buscando atrair apoio além da esquerda tradicional e apresentando-se como um presidente moderado. </p>



<p>Apesar da derrota, André Ventura alcançou um desempenho recorde para seu partido, que vem crescendo no cenário político nacional e conquistou significativa representatividade parlamentar nas últimas eleições legislativas. </p>



<p>O cargo de presidente em Portugal é majoritariamente cerimonial, mas confere poderes importantes como veto a leis, dissolução do Parlamento em determinadas circunstâncias e papel de representação do Estado.</p>



<p>Seguro deve tomar posse em 9 de março de 2026, sucedendo o atual presidente Marcelo Rebelo de Sousa, cujo mandato de dois termos é encerrado neste ano.</p>
<div class="gsp_post_data" data-post_type="post" data-cat="mundo" data-modified="120" data-title="António José Seguro, do Partido Socialista, é eleito presidente de Portugal" data-home="https://portalumbu.com.br"></div><p>O post <a href="https://portalumbu.com.br/antonio-jose-seguro-do-partido-socialista-e-eleito-presidente-de-portugal/">António José Seguro, do Partido Socialista, é eleito presidente de Portugal</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalumbu.com.br">Portal UMBU</a>.</p>
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		<title>Benin amplia concessão de cidadania para descendentes da diáspora africana</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 23:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Benin, na África Ocidental, está oferecendo um novo caminho para que pessoas de ascendência africana em todo o mundo obtenham a cidadania beninense por meio do programa My Afro Origins (Minhas Origens Afro), iniciativa que visa reconectar a diáspora com suas raízes e ampliar a presença internacional do país. A ação faz parte de [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="513" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-71.png" alt="" class="wp-image-62077" style="aspect-ratio:1.497107859816264;width:596px;height:auto" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-71.png 768w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-71-300x200.png 300w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-71-750x501.png 750w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Isaline Attely, natural da Martinica, recebendo certificado de nacionalidade beninense | Foto: REUTERS/Charles Tossou Placide/Reprodução</figcaption></figure>
</div>


<p>O Benin, na África Ocidental, está oferecendo um novo caminho para que pessoas de ascendência africana em todo o mundo obtenham a cidadania beninense por meio do programa My Afro Origins (Minhas Origens Afro), iniciativa que visa reconectar a diáspora com suas raízes e ampliar a presença internacional do país. A ação faz parte de um plano do presidente Patrice Talon para fortalecer a imagem do Benin globalmente e resgatar seu papel histórico, especialmente no contexto do tráfico transatlântico de escravizados, do qual o território foi um dos principais pontos de partida.</p>



<p>Entre os primeiros beneficiados está Isaline Attelly, criadora de conteúdo de 28 anos nascida na ilha caribenha da Martinica, que descobriu, por meio de registros genealógicos, que sua bisavó havia nascido no que hoje é o Benin antes de ser deportada durante o período da escravidão. A partir dessa confirmação, ela se inscreveu no programa e recebeu a cidadania em cerimônia realizada na cidade de Ouidah.</p>



<p>O programa prevê ainda projetos simbólicos e culturais, como a inauguração de uma Porta sem Retorno em Ouidah, ponto histórico associado à saída de milhões de africanos escravizados, e a construção de uma réplica de um navio do século XVIII utilizado no tráfico, além do desenvolvimento de um Museu Internacional da Memória e da Escravidão.</p>



<p>Para obter a nacionalidade beninense, os candidatos precisam demonstrar laços ancestrais com a África por meio de documentos genealógicos ou outros meios de comprovação. A iniciativa se insere em um movimento mais amplo de vários países africanos para oferecer cidadania à diáspora, incentivando vínculos culturais, históricos e econômicos com suas populações descentes de africanos escravizados.</p>
<div class="gsp_post_data" data-post_type="post" data-cat="mundo" data-modified="120" data-title="Benin amplia concessão de cidadania para descendentes da diáspora africana" data-home="https://portalumbu.com.br"></div><p>O post <a href="https://portalumbu.com.br/benin-amplia-concessao-de-cidadania-para-descendentes-da-diaspora-africana/">Benin amplia concessão de cidadania para descendentes da diáspora africana</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalumbu.com.br">Portal UMBU</a>.</p>
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		<title>Delcy Rodríguez assume presidência interina da Venezuela</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 20:20:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um dos momentos mais delicados da história política recente da Venezuela, Delcy Eloína Rodríguez Gómez tomou posse nesta segunda-feira (5) como presidente interina do país, em meio à crise desencadeada pelo sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, pelos Estados Unidos, ocorrido no último sábado (3). A cerimônia de posse [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-7.png" alt="" class="wp-image-61677" style="width:708px;height:auto" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-7.png 800w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-7-300x169.png 300w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-7-768x432.png 768w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-7-750x422.png 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Delcy Rodríguez | Foto: Reprodução/BBC/Getty Images</figcaption></figure>
</div>


<p>Em um dos momentos mais delicados da história política recente da Venezuela, Delcy Eloína Rodríguez Gómez tomou posse nesta segunda-feira (5) como presidente interina do país, em meio à crise desencadeada pelo sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, pelos Estados Unidos, ocorrido no último sábado (3).</p>



<p>A cerimônia de posse foi realizada na Assembleia Nacional, em Caracas, sob a condução do presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez, irmão da nova chefe do Executivo. O ato contou com a presença de parlamentares eleitos em maio de 2025, embora tenha sido marcado pelo boicote de setores da oposição.</p>



<p>Com 56 anos, Delcy Rodríguez é uma das figuras mais influentes do chavismo, corrente política fundada por Hugo Chávez e mantida por Nicolás Maduro. Formada em Direito pela Universidade Central da Venezuela, com especialização em Direito Social e mestrado em Política Social, ela construiu uma longa trajetória no alto escalão do Estado venezuelano.</p>



<p>Antes de assumir a vice-presidência, em 2018, Rodríguez ocupou cargos estratégicos, como ministra das Relações Exteriores, chefe de gabinete da Presidência, presidente da Assembleia Nacional Constituinte e ministra do Petróleo. Sua atuação sempre esteve associada ao núcleo duro do governo e à articulação política com setores militares e econômicos alinhados ao chavismo.</p>



<p>A ascensão de Delcy Rodríguez à Presidência interina foi formalizada por decisão da Câmara Constitucional do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), que considerou o sequestro de Maduro uma “ausência forçada” do chefe de Estado, situação não prevista de forma explícita na Constituição venezuelana. Segundo o entendimento da Corte, a medida garante a continuidade administrativa e institucional do país diante do agravamento da crise.</p>



<p>O mandato interino foi estabelecido inicialmente por 90 dias, com possibilidade de prorrogação mediante decisão da Assembleia Nacional. A medida busca assegurar governabilidade enquanto se discutem os próximos passos políticos e diplomáticos do país.</p>



<p>No domingo (4), as Forças Armadas da Venezuela declararam apoio formal a Delcy Rodríguez, reconhecendo-a como autoridade máxima do Executivo em exercício. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, afirmou que a manutenção da ordem institucional é essencial para preservar a estabilidade interna diante do que classificou como uma agressão externa sem precedentes.</p>



<p>Em seu discurso de posse, a presidente interina afirmou assumir o cargo <em>“com dor, mas com honra”</em>, denunciou o sequestro de Nicolás Maduro como uma violação da soberania nacional e prometeu atuar em defesa da paz interna, da estabilidade econômica e da integridade territorial da Venezuela.</p>
<div class="gsp_post_data" data-post_type="post" data-cat="mundo" data-modified="120" data-title="Delcy Rodríguez assume presidência interina da Venezuela" data-home="https://portalumbu.com.br"></div><p>O post <a href="https://portalumbu.com.br/delcy-rodriguez-assume-presidencia-interina-da-venezuela/">Delcy Rodríguez assume presidência interina da Venezuela</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalumbu.com.br">Portal UMBU</a>.</p>
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		<title>Reunião de emergência da ONU debate sequestro de Nicolás Maduro e reação global a ação dos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 13:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) realiza nesta segunda-feira (5) uma reunião de emergência em Nova York para discutir a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela que sequestrou o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, na madrugada de sábado (3). Além do rapto, a invasão estadunidense matou cerca de [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-3.png" alt="" class="wp-image-61649" style="width:642px;height:auto" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-3.png 1024w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-3-300x200.png 300w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-3-768x512.png 768w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-3-750x500.png 750w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reunião do Conselho de Segurança da ONU | Foto: United Nations Photos</figcaption></figure>
</div>


<p>O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) realiza nesta segunda-feira (5) uma reunião de emergência em Nova York para discutir a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela que sequestrou o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, na madrugada de sábado (3).</p>



<p>Além do rapto, a invasão estadunidense matou cerca de 80 pessoas, entre civis e militares, segundo informações do jornal The New York Times, que conversou com um oficial venezuelano sob condição de anonimato. Entre as vítimas dos ataques aéreos, Rosa González, de 80 anos, moradora de um apartamento em um bairro pobre próximo ao aeroporto da capital, Caracas, e membros da equipe de segurança de Maduro. O governo de Cuba também afirma que 32 oficiais do país foram mortos na operação. Segundo comunicado oficial, militares e policiais cubanos foram enviados em missão à Venezuela a pedido do país aliado.</p>



<p>A sessão extraordinária do Conselho da ONU foi solicitada formalmente pelo ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yvan Gil, que denunciou a operação como uma “agressão covarde” e uma violação direta da Carta das Nações Unidas e do direito internacional. A medida foi apoiada pela Colômbia, que já recebeu ameaças de ações similares dos EUA, e outros países, para abordar o que Caracas classificou como uma “agressão criminosa” e violação da soberania nacional.</p>



<p>Pelo calendário oficial, a sessão tem por objetivo avaliar legalidade e implicações diplomáticas da ação dos EUA, inclusive sob a perspectiva da Carta da ONU, que proíbe o uso da força contra a integridade territorial de Estados soberanos sem autorização explícita do Conselho de Segurança ou em legítima defesa. O encontro acontece em um momento de intensa mobilização diplomática: Maduro e Flores serão ouvidos em um tribunal federal em Manhattan ainda hoje, onde enfrentarão acusações ligadas ao narcotráfico e à colaboração com organizações designadas como terroristas pelo governo norte-americano.</p>



<p>Especialistas em direito internacional ouvidos por veículos internacionais destacam que, independentemente de como os membros do Conselho se posicionem, a ação põe em foco a tensão entre soberania de Estados e operações unilaterais de países poderosos, sobretudo quando estes são membros permanentes do próprio Conselho com poder de veto.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Reações internacionais</h6>



<p>A comunidade global tem reagido de forma fortemente polarizada. Vários chefes de Estado e governos criticaram a operação norte-americana como uma violação grave do direito internacional e um precedente perigoso para a ordem multilateral. O secretário-geral da ONU, António Guterres, em comunicado citado por agências, afirmou estar “profundamente alarmado” com o uso da força e com o risco de que isso estabeleça um padrão inaceitável para futuras ações entre Estados.</p>



<p>Líderes sul-americanos, incluindo o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o chileno Gabriel Boric, repudiaram a intervenção, defendendo solução pacífica e respeito à autodeterminação dos povos. Além de Brasil e Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai divulgaram, no domingo (4), um comunicado conjunto em que expressam preocupação e rechaçam as ações militares dos Estados Unidos na Venezuela.</p>



<p><em>“Manifestamos nossa preocupação diante de qualquer tentativa de controle governamental, de administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos, o que se mostra incompatível com o direito internacional e ameaça a estabilidade política, econômica e social da região”</em>, diz trecho do posicionamento. Leia na íntegra <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/posicao-de-brasil-mexico-chile-colombia-uruguai-e-espanha-diante-dos-fatos-ocorridos-na-venezuela" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a></span>.</p>



<p>A presidente mexicana Claudia Sheinbaum e outros governos regionais também citaram os princípios da Carta das Nações Unidas ao condenar a ação.</p>



<p>Por outro lado, países como Argentina e alguns países europeus adotaram um discurso mais cauteloso, reconhecendo o fim do regime de Maduro como um desenvolvimento positivo, mas sem apoiar explicitamente a intervenção militar unilateral.</p>



<p>Países como Rússia e China tornaram públicas duras críticas à operação, qualificando-a como ilegal e um desafio direto ao sistema internacional baseado em regras. Essa reação apoiou a decisão de solicitar a reunião de emergência na ONU, com a expectativa de uso do fórum para reforçar princípios de soberania e não intervenção.</p>



<p></p>
<div class="gsp_post_data" data-post_type="post" data-cat="mundo,politica" data-modified="120" data-title="Reunião de emergência da ONU debate sequestro de Nicolás Maduro e reação global a ação dos Estados Unidos" data-home="https://portalumbu.com.br"></div><p>O post <a href="https://portalumbu.com.br/reuniao-de-emergencia-da-onu-debate-sequestro-de-nicolas-maduro-e-reacao-global-a-acao-dos-estados-unidos/">Reunião de emergência da ONU debate sequestro de Nicolás Maduro e reação global a ação dos Estados Unidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalumbu.com.br">Portal UMBU</a>.</p>
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		<title>Estudo aponta que homens choram mais no futebol do que em términos de relacionamentos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 19:42:08 +0000</pubDate>
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<p>Um estudo publicado na revista científica&nbsp;<em>Frontiers in Psychology</em>&nbsp;indica que homens tendem a chorar mais em contextos esportivos, especialmente no futebol, do que em situações de forte impacto emocional na vida pessoal, como términos de relacionamento. A pesquisa analisa como normas culturais associadas à masculinidade influenciam a forma como os homens expressam sentimentos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="626" height="417" src="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-128.png" alt="" class="wp-image-61261" srcset="https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-128.png 626w, https://portalumbu.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-128-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Freepik </figcaption></figure>
</div>


<p>Conduzido pela pesquisadora Heather J. MacArthur, o levantamento reuniu e analisou dados de diferentes estudos sobre choro, emoções e papéis de gênero. Os resultados apontam que, embora o choro masculino ainda seja socialmente desencorajado em contextos considerados íntimos, como o fim de um relacionamento ou o luto, ele se torna aceitável em ambientes vistos como “masculinos”, a exemplo das competições esportivas.</p>



<p>Segundo a pesquisa, homens relataram maior probabilidade de chorar durante derrotas ou vitórias de seus times do que em eventos pessoais marcantes. Em alguns casos analisados, torcedores afirmaram vivenciar emoções mais intensas no futebol do que no nascimento de um filho ou no encerramento de uma relação amorosa. O estudo sugere que isso ocorre porque o esporte funciona como um espaço coletivo legitimado para a expressão emocional.</p>



<p>A pesquisa destaca que o futebol carrega forte simbolismo social ligado à identidade masculina, à lealdade e ao pertencimento. Nesse contexto, o choro não é interpretado como fragilidade, mas como demonstração de paixão e compromisso. Já em situações associadas ao cuidado emocional ou à vida afetiva, expressar vulnerabilidade ainda pode ser visto como inadequado para homens.</p>



<p>Os dados também mostram uma diferença expressiva entre gêneros: mulheres choram, em média, entre 30 e 67 vezes por ano, enquanto homens relatam entre 6 e 17 episódios anuais. A pesquisa aponta que essa disparidade não é explicada apenas por fatores biológicos, mas sobretudo por expectativas sociais aprendidas desde a infância.</p>



<p>Do ponto de vista social e racial, o estudo ajuda a compreender como padrões rígidos de masculinidade afetam de forma desigual diferentes grupos de homens. Entre homens negros, por exemplo, a repressão emocional pode ser ainda mais intensa, atravessada por estigmas raciais que associam sensibilidade à fraqueza e reforçam a cobrança por autocontrole constante.</p>



<p>Para a pesquisadora, reconhecer o futebol como uma das poucas brechas socialmente aceitas para o choro masculino revela limites mais amplos na forma como a sociedade lida com emoções, especialmente entre homens. O estudo contribui para o debate sobre saúde emocional, masculinidades e a necessidade de ampliar os espaços legítimos de expressão afetiva.</p>
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