Ana Mametto é uma das atrações neste domingo (11) no Campo Grande

Bloco “Oxe, me respeite” desfila no Campo Grande, a partir das 17h, em ação da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia
No Trio da Cultura, Gilberto Gil é homenageado por Margareth Menezes, Chico César e Marcelo Jeneci

Música Popular Brasileira ganhou espaço na madrugada deste domingo (11)
Olodum, Banda Mel e Luiz Caldas estão entre as atrações deste domingo de Carnaval; Veja a programação dos circuitos

Com programação prevista para começar as 14h, os circuitos Dodô (Barra/Ondina), Osmar (Campo Grande) e Batatinha (Pelourinho) recebem trios da Banda Mel, Durval Lélys, Luiz Caldas, Ana Mametto, Olodum, Commanche do Pelô e muito mais!
Desfile do Ilê Aiyê celebra 50 anos de história e reverencia ancestralidade

Tema foi “Com o axé de Mãe Hilda Jitolu, a invenção do Bloco Afro. Ah, se não fosse o Ilê Aiyê”
Apagão da noite de sábado (10) foi provocado por serpentinas em rede elétrica

Apagão aconteceu na noite deste sábado (10) durante a passagem do trio de Daniela Mercury pela Barra
Conheça o circuito que leva as manifestações da cultura afro para a Rua Carlos Gomes

A rua Carlos Gomes, que antes integrava o percurso do Circuito Osmar, atualmente é passarela para os blocos que desfilam no contrafluxo, partindo da Rua Chile em direção ao Campo Grande. Entre as entidades que passam por esse circuito estão blocos afro, afoxés e manifestações culturais e populares que garantem a diversidade da folia.
Ana Célia, professora, que há 36 anos mora na rua Carlos Gomes, relembra os antigos carnavais: “Esse circuito é histórico e no passado era bem cheio, os blocos que saíam do Campo Grande, davam a volta na Praça Castro Alves e passavam aqui”, relembra.
Atualmente, o circuito é mais tranquilo e destinado a blocos de matriz africana e raiz negra. O Afoxé Templo dos Orixás abriu o desfile desta sexta-feira (9) homenageando Iroko, orixá do Tempo, representado pela árvore gameleira. Oriundo do bairro de Dom Avelar, o afoxé foi fundado por Ederilda de Almeida, conhecida popularmente como Thaynes Balanço. Ela é cantora e integrou diversos grupos de afoxés e samba-reggae e, em 2008, decidiu criar seu próprio grupo e desfilar no carnaval.
Também no contrafluxo, celebrando 40 anos de fundação, desfilou o Afoxé Samba Bahia que trouxe o tema “Capoeira: Arte, Cultura e Luta”. Seu fundador, Milton Mário, conhecido como Mestre Macumba, falou emocionado: “É muito importante estar aqui desfilando e comemorando 40 anos. É uma vida de dedicação não só ao carnaval, mas a trabalhos sociais e culturais para a comunidade”.
Ao lembrar da sua trajetória, mestre Macumba destacou a importância do Programa Ouro Negro e sua contribuição à entidade. “Participei da construção do Ouro Negro desde 2008. Essa política contribui para a permanência e existência dos blocos de matriz africana no Carnaval de Salvador. Tenho muita gratidão”, disse.
Carnaval Ouro Negro 2024 – O Carnaval da Bahia é Ouro Negro. Em 2024, foram investidos R$15 milhões para proporcionar o apoio a mais de 170 grupos dos segmentos afro, afoxé, samba, reggae e de índio. Só no carnaval de Salvador são mais de 100 entidades que desfilam nos circuitos oficiais da folia. Entre as entidades contempladas estão grupos tradicionais como o Olodum, Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy, Muzenza e Cortejo Afro. A SecultBA amplia sua parceria com blocos tão importantes com o intuito de preservar a tradição destes na folia soteropolitana e nas suas comunidades de origem, valorizando as nossas matrizes africanas.
Carnaval da Cultura – Comemorar, enaltecer e fortalecer os Blocos Afro em seus 50 anos de existência, contados a partir do nascimento do Ilê Aiyê, o pioneiro, é garantir que a festa também seja um lugar para que negras e negros baianos contem as suas narrativas e façam parte da história do mundo. Por isso, o tema do Carnaval da Bahia em 2024 é os 50 anos de Blocos Afro – Nossa Energia é Ancestral. Em cada circuito, em cada sorriso, em cada bloco desfilando as belezas do povo preto, em cada brilho pelas ladeiras do Pelô. É a folia animada, diversa e democrática do Carnaval e é também a preservação do patrimônio cultural, com o apoio ao carnaval tradicional dos mascarados de Maragojipe. O Carnaval da Cultura é promovido pelo Governo do Estado, “50 anos dos Blocos Afro – Carnaval da Bahia 2024 – Nossa Energia é Ancestral”.
Cortejo Afro comemora 50 anos de ancestralidade com o tema “Meio século de Blocos Afro. Ahh… Se não fosse o Ilê Aiyê!”

bloco preparou uma surpresa para os espectadores: um carro para homenagear essa trajetória, com a presença da estilista Dete Lima, vestindo a rainha do bloco, Débora Mariano
Sem cordas, Olodum faz um Carnaval democrático e inclusivo

As cores verde, vermelha, amarela e preta transformaram a avenida em um grande movimento de luta e resistência, em alusão ao panafricanismo.
Em primeiro ano sem pistolas de água, As Muquiranas tem presença da banda La Fúria

Proibição do artefato foi definida por lei assinada pelo governador Jerônimo Rodrigues esse ano
Elevador Lacerda transporta 11,3 mil passageiros no segundo dia de Carnaval

Além dos 11.358 mil passageiros que utilizaram o Elevador Lacerda, na sexta-feira quase 5 mil pessoas passaram pelo Plano Inclinado Liberdade-Calçada e mais 6,8 mil pessoas foram conduzidas em táxis e mototáxis