O fim de tarde no circuito Osmar, no Campo Grande, em Salvador, foi embalado pelo bloco afro-indígena Commanche, nesta segunda-feira (16).

O diretor do bloco, Jorge Gonzaga, de 56 anos, contou em entrevista ao Portal Umbu, a origem do grupo e sua trajetória no Carnaval.
“O bloco surge de um sonho de menino. Eu achava os blocos de indígenas eram muito bonitos e a primeira oportunidade que apareceu fundamos o Commanche do Pelô. De 1989 até hoje seguimos como Commanches do Pelô, e esse bloco é uma resistência viva, o maior teatro ambulante do Carnaval de Salvador”, afirmou um dos fundadores.

Com um repertório que mescla samba e clássicos da música brasileira, o desfile reuniu famílias e contou com uma ala infantil.
Para Cátia Anne, de 46 anos, o Commanche possui um significado especial. Sobrinha do fundador, ela destaca que o envolvimento vai além dos laços familiares.
“Venho todo ano e é uma experiência incrível. Só tenho a agradecer e convidar as pessoas para participar”, disse.


