Ampliação atende renda familiar de até R$ 13 mil e imóveis de até R$ 600 mil; mudanças buscam incluir classe média no financiamento habitacional

Divulgação
A partir desta quarta-feira (22/04), a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil passam a operar as novas condições do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A atualização, aprovada em março pelo Conselho Curador do FGTS, eleva o limite de renda familiar para até R$ 13 mil mensais e amplia o teto dos imóveis financiáveis.
Para a “Faixa 3”, o valor máximo dos imóveis chega a R$ 400 mil. Na categoria voltada à classe média, o limite atinge R$ 600 mil. As Faixas 1 e 2 mantêm tetos regionais de até R$ 275 mil, definidos conforme o porte de cada município.
A reestruturação permite o reenquadramento de famílias em faixas com condições mais vantajosas. Famílias com renda próxima a R$ 3.000, anteriormente na Faixa 2, migram para a Faixa 1, garantindo acesso a taxas de juros reduzidas em pelo menos 0,25 ponto percentual. O objetivo declarado é facilitar o acesso ao crédito habitacional e reduzir o custo total do financiamento.
1. Novos limites de renda por faixa
- Faixa 1: passou de R$ 2.850 para até R$ 3.200
- Faixa 2: passou de R$ 4.700 para até R$ 5.000
- Faixa 3: passou de R$ 8.600 para até R$ 9.600
- Faixa 4: passou de R$ 12.000 para até R$ 13.000
2. Novos valores máximos dos imóveis
- Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil, a depender da localidade;
- Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 mil;
- Faixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil.



