
A ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), presa em Roma desde julho de 2025 enquanto aguarda o processo de extradição à Justiça brasileira, foi alvo de agressões por outras detentas no presídio feminino de Rebibbia, no norte da capital italiana. Relatos de aliados e da defesa indicam que os ataques ocorreram em múltiplas ocasiões desde o início de sua detenção.
Segundo o senador Magno Malta (PL-ES), que citou a situação durante um culto evangélico no último dia 22 de dezembro, Zambelli teria sido agredida por colegas de prisão pelo menos duas vezes. Embora Malta tenha afirmado que as agressões não resultaram em ferimentos aparentes ou escoriações, a informação gerou repercussão política.
A defesa da ex-parlamentar, por sua vez, confirmou que as agressões ocorreram e explicou que houve instabilidade na unidade prisional por conta da constante troca de detentas nas celas. Em razão do risco à integridade física de Zambelli, o advogado Fábio Pagnozzi solicitou formalmente à direção do presídio que a parlamentar fosse movida de andar. A transferência foi autorizada e a ex-deputada passou a ocupar uma cela em um andar superior.
Zambelli está detida em Rebibbia desde 29 de julho, quando foi presa pela polícia italiana enquanto tentava evitar a execução de sentença no Brasil. A condenação foi imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por sua participação na invasão digital dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Antes de sua detenção, a ex-deputada deixou o Brasil em maio de 2025 e buscou refúgio no exterior, mas foi localizada e presa em território italiano.
A situação da ex-parlamentar continua acompanhada por aliados e setores políticos, enquanto tramita também no sistema judicial italiano o processo de extradição solicitado pelas autoridades brasileiras. A defesa de Zambelli alega perseguição política, mas o caso permanece sob análise da Justiça italiana.




Estaria comm certeza bem mas segura no brasil mas escolheu fujir como todos covardes , poderia tar em prisao domiciliar , mas fez escolhas erradas como fez Eduardo bolsonaro por medo.