O lançamento foi realizado durante cerimônia no Rio de Janeiro

O Ministério da Cultura lançou nesta quarta-feira (7) as diretrizes da Política Nacional de Economia Criativa – o Brasil Criativo. O lançamento foi realizado durante cerimônia no Rio de Janeiro e integra a programação do Seminário Internacional Políticas para Economia Criativa: G20 + Ibero-América, promovido em parceria com a Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura.
Na ocasião, a ministra Margareth Menezes também anunciou a criação da nova Secretaria de Economia Criativa da pasta.
“O Brasil Criativo é uma ideia que já existia, era realidade em outros países há muitos anos, mas agora estamos buscando fazer o dever de casa com a implementação de fato, porque existe um setor que já resistiu aos piores momentos de ataque às pessoas que trabalham nele e agora está amadurecido para receber essa política”, declarou a titular do MinC.
O secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do MinC, Henilton Menezes, ressaltou que as diretrizes do Brasil Criativo foram elaboradas a muitas mãos. “Esse trabalho não nasce agora, é resultado de um diálogo muito intenso no Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, em 2023, na Conferência Nacional de Cultura, em reuniões com os secretários de Cultura dos estados e municípios, empresários e representantes da academia, além de todo o sistema MinC e quase todos os ministérios do governo”, pontuou.
Na noite desta quarta foram apresentadas as diretrizes que vão embasar a política, em novo processo de construção. “É hora de exaltar o quanto a economia criativa faz diferença para a democracia e a cultura de paz, não só em termos econômicos”, comentou Isabel de Paula, coordenadora do setor de Cultura da Unesco no Brasil, entidade que atuou ao lado do MinC em todo o processo.
O Brasil Criativo orientará a formulação, a implementação e o monitoramento de iniciativas estratégicas, como programas, projetos e ações concretas, que vão consolidar os valores culturais como base para o desenvolvimento sustentável do país. “A Unesco apontou recentemente que 6,7% do PIB do mundo é gerado pela economia criativa e mais de 30 milhões de pessoas são empregados nesse setor, por isso precisamos dessa política específica que vai alçar a cultura brasileira ao lugar que ela merece”, reforçou Margareth Menezes.
Com informações do Alô Alô Bahia



