Único gol válido da partida foi do Brasil, aos 44 minutos do segundo tempo, feito pelo zagueiro Marquinhos
Com altas expectativas, o jogo entre Brasil e Peru, ocorrido na madrugada de hoje (13), pela segunda rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026, foi morno. O único gol válido da partida foi do Brasil, aos 44 minutos do segundo tempo.
Durante o embate no Estádio Nacional, em Lima, Peru, o Brasil teve dois gols anulados por impedimento, sendo um de Raphinha e outro de Richarlisson. Os registros foram feitos pelo VAR.
Com dificuldades em seu segundo jogo sob o comando de Fernando Diniz, a Seleção só abriu o placar já aos 44 minutos do segundo tempo com Marquinhos. O zagueiro desviou escanteio cobrado por Neymar na primeira trave.
A seleção entrou em campo com o mesmo time que goleou a Bolívia na estreia. Fernando Diniz optou por repetir a escalação da estreia.
O Brasil retorna aos gramados no próximo mês para enfrentar a Venezuela, em Cuiabá, no dia 12 de outubro, e o Uruguai, em Montevidéu, no dia 17.
Dinizismo oscila:
A seleção de Fernando Diniz estreou com goleada em casa sobre a Bolívia, mas mostrou que vai oscilar ao longo do ciclo. No segundo jogo do Dinizismo, o Brasil encontrou muita dificuldade contra o Peru, em Lima (PER). Com informações do portal UOL.
Apesar de todos os elogios por parte dos atletas e da boa atuação ofensiva contra a Bolívia, a seleção criou pouco contra o Peru. A equipe do centroavante Paolo Guerrero teve muito mais a bola do que os bolivianos e, em dados momentos, conseguiu igualar o jogo com o Brasil. Éderson, no entanto, não trabalhou.
A seleção errou muitos passes e deixou o comandante aos ‘berros’ na beira do campo. Diniz pedia a todo momento para que a equipe se compactasse do lado em que estava a bola ao invés de se espalhar pelo gramado.
Apesar de insatisfeito com elementos da atuação, Diniz pouco mexeu no time até perto dos 40 minutos do segundo tempo. Gabriel Jesus entrou na vaga de Richarlison aos 18 minutos da segunda etapa, mas foi a única alteração de Diniz até os momentos finais do duelo, quando o técnico fez três mudanças de uma vez: Vanderson, Joelinton e Martinelli.




