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Artistas do sertanejo sobressaem a forrozeiros nos festejos juninos e gera polêmica; veja

Wesley Safadão, Zé Néto e Cristiano e o cantor Leonardo integram a lista dos mais bem pagos

Segundo dados apesentados pelo Portal da Transparência Junino, construído pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), os artistas que vão tocar ao redor do estado e possuem o cachê mais alto, não integram o gênero o do forró, mas sim do sertanejo.

Entre os artistas, o cantor mais bem pago na Bahia é o Wesley Safadão, com cinco contratos nas cidades de Candeias, Euclides da Cunha, Jequié, Itabuna e Belo Campo, cada um no valor de R$700 mil, totalizando em R$ 3,5 milhões.

Logo em seguida está a dupla Zé Neto e Cristiano com contratos em Irecê e Ipiaú de R$ 650 mil. O cantor Leonardo ocupa o terceiro lugar, com cachê de R$ 500 mil na cidade de Serra Dourada.

Diante dos dados, o forrozeiro Adelmário Coelho confessou, na última sexta-feira (16), que está “triste para caramba” por estarem priorizando ritmos que não estão ligados tradicionalmente aos festejos juninos.

Adelmário Coelho criticou o recente caso em que o cantor Flávio José teve o seu tempo de show reduzido para o sertanejo Gusttavo Lima, que se apresentaria depois, tivesse uma apresentação maior.

“É triste para caramba. E isso é quase rotina, só que geralmente não chega na mídia. E foi bom para dar uma sacudida e as pessoas terem essa informação. Um cara filho da terra, um dos maiores nomes do forró do Brasil, ter que tocar menos do seu tempo acordado para dar o lugar ao cara que não tem relação nenhuma com o evento. Isso é triste, é doloroso uma coisa dessa”, desabafou.

Adelmário continuou dizendo que outros estilos devem ser aceitos nas festas de São João, mas também ressaltou a importância de manter-se a tradição do prestígio ao forró.

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